Os responsáveis da Irmandade Muçulmana indicaram nessa quinta-feira que a União Europeia poderia ser uma mediadora nas negociações ligadas à volta de Mohamed Mursi ao poder. Gehad El-Haddad, um dos líderes do grupo do qual faz parte o ex-presidente egípcio, se encontrou com o emissário europeu no Egito Bernardino Leon, com quem teria falado sobre essa possível mediação.
Bruxelas desmentiu qualquer tipo de engajamento. Em uma entrevista coletiva o embaixador da União Européia no Cairo, James Moran, afirmou que “ninguém fala atualmente de qualquer tipo de mediação da União Europeia”. Para ele, antes de mais nada é preciso que ambas as partes envolvidas na crise dentro do país decidam que essa moderação externa é desejada. “E se o Egito chegar a essa conclusão uma forma de facilitação seria possível, mas por enquanto tudo isso são hipóteses”.
A Irmandade Muçulmana, que recusa qualquer tipo de discussão com o presidente interino Adly Mansour, convocou novas manifestações nessa sexta-feira. Numa tentativa de conter os protestos, o novo chefe de Estado fez um pronunciamento na televisão no qual criticou seus opositores que, segundo ele, tentam semear “o caos” no país. “Nós estamos em um movimento decisivo da história do Egito e alguns tentam nos levar para o desconhecido”, disse o Mansour. Mas o novo líder se mostrou combativo: “Levaremos a batalha pela segurança até o fim”, insistiu.
Bruxelas desmentiu qualquer tipo de engajamento. Em uma entrevista coletiva o embaixador da União Européia no Cairo, James Moran, afirmou que “ninguém fala atualmente de qualquer tipo de mediação da União Europeia”. Para ele, antes de mais nada é preciso que ambas as partes envolvidas na crise dentro do país decidam que essa moderação externa é desejada. “E se o Egito chegar a essa conclusão uma forma de facilitação seria possível, mas por enquanto tudo isso são hipóteses”.
A Irmandade Muçulmana, que recusa qualquer tipo de discussão com o presidente interino Adly Mansour, convocou novas manifestações nessa sexta-feira. Numa tentativa de conter os protestos, o novo chefe de Estado fez um pronunciamento na televisão no qual criticou seus opositores que, segundo ele, tentam semear “o caos” no país. “Nós estamos em um movimento decisivo da história do Egito e alguns tentam nos levar para o desconhecido”, disse o Mansour. Mas o novo líder se mostrou combativo: “Levaremos a batalha pela segurança até o fim”, insistiu.
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