A relatora da matéria, senadora Ana Rita (PT-ES), acredita que crianças e adolescentes são, em geral, mais vulneráveis a propagandas e produtos desse tipo.
Foi aprovado nessa quarta-feira, 23, pela Comissão de Direitos Humanos do Senado, o Projeto de Lei Complementar 17/2010 que proibe, em todo o país, qualquer tipo de imitação de cigarros em produtos fabricados para crianças.
Se nenhum parlamentar apresentar recurso para que seja votada no plenário do Senado, a matéria irá direto à sanção presidencial.
Para a relatora da matéria, senadora Ana Rita (PT-ES), por não terem ainda maturidade suficiente, crianças e adolescentes são, em geral, mais suscetíveis às sugestões de propagandas e produtos desse tipo. “Muitos dos hábitos da vida adulta são formados ou adquiridos ao longo da adolescência”, alertou.
Ana Rita ressaltou que normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já estabelecem restrições a produtos que imitem cigarros, mas ressaltou que, atualmente, as limitações são apenas para alimentos.
Agência Brasil
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Uso irregular de Tylenol mata cerca de 150 pessoas ao ano, diz ONG
Um estudo realizado pela ONG norteamericanaPro Publica, entre 2001 e 2010, revelou que o uso inadequado do analgésico Tylenol deixa em média 150 pessoas mortas por ano nos Estados Unidos. As mortes são causadas pela ingestão acima do permitido pela bula. Apenas 4g da medicação é permitida por dia para adultos, o que nem sempre é respeitado por quem ingere a droga.
Pessoas desnutridas e que bebem álcool, por exemplo, podem chegar à morte em consequência da falência hepática, já que o paracetamolé metabolizado no fígado, durante esse processo podem ser geradas substâncias tóxicas. Especialistas acreditam que a quantidade máxima da droga a ser ingerida diariamente deveria ser reduzida para 3g, pois já houve casos de intoxicação em pacientes que ingeriram entre 3 e 4 gramas.
A fabricante do Tylenol defende que a medicação é segura, porém orienta que os pacientes sigam as informações da bula.
Pessoas desnutridas e que bebem álcool, por exemplo, podem chegar à morte em consequência da falência hepática, já que o paracetamolé metabolizado no fígado, durante esse processo podem ser geradas substâncias tóxicas. Especialistas acreditam que a quantidade máxima da droga a ser ingerida diariamente deveria ser reduzida para 3g, pois já houve casos de intoxicação em pacientes que ingeriram entre 3 e 4 gramas.
A fabricante do Tylenol defende que a medicação é segura, porém orienta que os pacientes sigam as informações da bula.
Jovem negro corre 3,7 vezes mais risco de assassinato do que branco
Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre racismo no Brasil, divulgado nesta quinta-feira, 17, revela que a possibilidade de um adolescente negro ser vítima de homicídio é 3,7 vezes maior do que a de um branco. Segundo o estudo, existe racismo institucional no país, expresso principalmente nas ações da polícia, mas que reflete “o desvio comportamental presente em diversos outros grupos, inclusive aqueles de origem dos seus membros”.
Intitulado Segurança Pública e Racismo Institucional, o estudo faz parte do Boletim de Análise Político-Institucional do Ipea e foi elaborado por pesquisadores da Diretoria de Estudos e Políticas do Estado das Instituições e da Democracia (Diest). “Ser negro corresponde a [fazer parte de] uma população de risco: a cada três assassinatos, dois são de negros”, afirmam os pesquisadores Almir Oliveira Júnior e Verônica Couto de Araújo Lima, autores do estudo.
Na apresentação do trabalho, em entrevista coletiva na sede do Ipea em Brasília, o diretor da Diest, Daniel Cerqueira, que, do Rio, participou do evento por meio de videoconferência, apresentou outros dados que ratificam as conclusões da pesquisa sobre o racismo institucional. Segundo ele, mais de 60 mil pessoas são assassinadas a cada ano no Brasil, e “há um forte viés de cor/raça nessas mortes”, pois “o negro é discriminado duas vezes: pela condição social e pela cor da pele”. Por isso, questionou Cerqueira, “como falar em preservação dos direitos fundamentais e democracia” diante desta situação?
Para comprovar as afirmações, Cerqueira apresentou estatística demonstrando que as maiores vítimas de homicídios no Brasil são homens jovens e negros, “numa proporção 135% maior do que os não negros: enquanto a taxa de homicídios de negros é de 36,5 por 100 mil habitantes. No caso de brancos, a relação é de 15,5 por 100 mil habitantes”.
A cor negra ou parda faz aumentar em cerca de 8 pontos percentuais a probabilidade de um indivíduo ser vítima de homicídio, indicam os dados apresentados pelo diretor do Diest. Isso tem como consequência, segundo Daniel Cerqueira, uma perda de expectativa de vida devido à violência letal 114% maior para negros, em relação aos homicídios: “Enquanto o homem negro perde 1,73 ano de expectativa de vida (20 meses e meio) ao nascer, a perda do branco é de 0,71 ano, o que equivale a oito meses e meio.”
Para o pesquisador Almir de Oliveira Júnior, como dever constitucional, o Estado deveria fornecer aos cidadãos, independentemente de sexo, idade, classe social ou raça, uma ampla estrutura de proteção contra a possibilidade de virem a se tornar vítimas de violência. “Contudo, a segurança pública é uma das esferas da ação estatal em que a seletividade racial se torna mais patente”, disse Oliveira Júnior.
De acordo com as estatísticas sobre a violência em que o estudo se baseou, esse é um dos fatores que explicam por que, a cada ano, “uma maior proporção de jovens negros, cada vez mais jovens, é assassinada”, acrescentou o pesquisador. Segundo ele, enquanto nos anos 80 do século passado, a média de idade das vítimas era 26 anos, hoje não passa de 20.
Intitulado Segurança Pública e Racismo Institucional, o estudo faz parte do Boletim de Análise Político-Institucional do Ipea e foi elaborado por pesquisadores da Diretoria de Estudos e Políticas do Estado das Instituições e da Democracia (Diest). “Ser negro corresponde a [fazer parte de] uma população de risco: a cada três assassinatos, dois são de negros”, afirmam os pesquisadores Almir Oliveira Júnior e Verônica Couto de Araújo Lima, autores do estudo.
Na apresentação do trabalho, em entrevista coletiva na sede do Ipea em Brasília, o diretor da Diest, Daniel Cerqueira, que, do Rio, participou do evento por meio de videoconferência, apresentou outros dados que ratificam as conclusões da pesquisa sobre o racismo institucional. Segundo ele, mais de 60 mil pessoas são assassinadas a cada ano no Brasil, e “há um forte viés de cor/raça nessas mortes”, pois “o negro é discriminado duas vezes: pela condição social e pela cor da pele”. Por isso, questionou Cerqueira, “como falar em preservação dos direitos fundamentais e democracia” diante desta situação?
Para comprovar as afirmações, Cerqueira apresentou estatística demonstrando que as maiores vítimas de homicídios no Brasil são homens jovens e negros, “numa proporção 135% maior do que os não negros: enquanto a taxa de homicídios de negros é de 36,5 por 100 mil habitantes. No caso de brancos, a relação é de 15,5 por 100 mil habitantes”.
A cor negra ou parda faz aumentar em cerca de 8 pontos percentuais a probabilidade de um indivíduo ser vítima de homicídio, indicam os dados apresentados pelo diretor do Diest. Isso tem como consequência, segundo Daniel Cerqueira, uma perda de expectativa de vida devido à violência letal 114% maior para negros, em relação aos homicídios: “Enquanto o homem negro perde 1,73 ano de expectativa de vida (20 meses e meio) ao nascer, a perda do branco é de 0,71 ano, o que equivale a oito meses e meio.”
Para o pesquisador Almir de Oliveira Júnior, como dever constitucional, o Estado deveria fornecer aos cidadãos, independentemente de sexo, idade, classe social ou raça, uma ampla estrutura de proteção contra a possibilidade de virem a se tornar vítimas de violência. “Contudo, a segurança pública é uma das esferas da ação estatal em que a seletividade racial se torna mais patente”, disse Oliveira Júnior.
De acordo com as estatísticas sobre a violência em que o estudo se baseou, esse é um dos fatores que explicam por que, a cada ano, “uma maior proporção de jovens negros, cada vez mais jovens, é assassinada”, acrescentou o pesquisador. Segundo ele, enquanto nos anos 80 do século passado, a média de idade das vítimas era 26 anos, hoje não passa de 20.
Agência Brasil
sábado, 28 de setembro de 2013
Pnad: População brasileira chega a 197 milhões de pessoas
A população brasileira cresceu 0,8% no ano passado, chegando a 196,9 milhões de pessoas. É o que informa a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, divulgada nesta sexta-feira, 27, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um aumento de 1,6 milhão de pessoas.
Na Região Norte, o crescimento foi 1,4%; o Sul teve aumento de 0,6%. Quase a metade da população brasileira está concentrada no Sudeste (82,7 milhões). No Centro-Oeste vivem 14,8 milhões. As mulheres são maioria: correspondem a 51,3% da população.
A pirâmide etária mostra que a população está envelhecendo. A proporção de idosos, com 60 anos ou mais, passou de 12,1% para 12,6%, chegando a 14,2% na Região Sul e a 8,1% na Região Nordeste. Em 2004, na base da pirâmide etária reunia 42,8% dos brasileiros com até 24 anos. Em 2012, a proporção caiu para 39,6%.
Quanto à cor ou raça, 46,2% das pessoas autodeclararam-se brancas, 45% pardas, 7,9% negras, indígenas e amarelos 0,8%, somando 1,6 milhão de pessoas. Com isso, a população negra, que soma pretos e pardos, está em 104,2 milhões de pessoas, o que corresponde a 52,9% dos brasileiros. No Sul, 76,8% autodeclararam-se brancos e no Norte os pardos são 70,2%.
Em 2012, 39,4% não residiam em seu município de origem e 15,7% estavam em outra unidade da federação. No Distrito Federal, 48,5% das pessoas são de outros estados; no Rio Grande do Sul a proporção é 3,7%.
Na Região Norte, o crescimento foi 1,4%; o Sul teve aumento de 0,6%. Quase a metade da população brasileira está concentrada no Sudeste (82,7 milhões). No Centro-Oeste vivem 14,8 milhões. As mulheres são maioria: correspondem a 51,3% da população.
A pirâmide etária mostra que a população está envelhecendo. A proporção de idosos, com 60 anos ou mais, passou de 12,1% para 12,6%, chegando a 14,2% na Região Sul e a 8,1% na Região Nordeste. Em 2004, na base da pirâmide etária reunia 42,8% dos brasileiros com até 24 anos. Em 2012, a proporção caiu para 39,6%.
Quanto à cor ou raça, 46,2% das pessoas autodeclararam-se brancas, 45% pardas, 7,9% negras, indígenas e amarelos 0,8%, somando 1,6 milhão de pessoas. Com isso, a população negra, que soma pretos e pardos, está em 104,2 milhões de pessoas, o que corresponde a 52,9% dos brasileiros. No Sul, 76,8% autodeclararam-se brancos e no Norte os pardos são 70,2%.
Em 2012, 39,4% não residiam em seu município de origem e 15,7% estavam em outra unidade da federação. No Distrito Federal, 48,5% das pessoas são de outros estados; no Rio Grande do Sul a proporção é 3,7%.
Fonte: Agência Brasil
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Tornado em Taquarituba: imagens mostram destruição no município
A cidade de Taquarituba, a 320 quilômetros da capital paulista, foi parcialmente destruída por um tornado às 14h do último domingo, 22. Duas pessoas morreram e 64 ficaram feridas. A maioria foi atendida e liberada em seguida. Equipes da Defesa Civil do estado e do município ainda estão fazendo o levantamento dos estragos provocados pelo tornado.
A prefeitura decretou estado de calamidade pública. Metade da cidade ficou sem luz e sem telefone. A comunicação e o fornecimento de energia já foram, parcialmente, restabelecidos. Com a força do vento estimada entre 150 e 200 quilômetros por hora, pelo menos 150 casas ficaram destelhadas. Segundo a prefeitura, muitos desses moradores são de poder aquisitivo elevado e não precisaram contar com abrigos municipais.
Por meio de nota, a Defesa Civil do estado informou que oito pessoas foram abrigadas no Ginásio de Esportes da Vila São Vicente e várias famílias procuraram se alojar em casas de parentes ou de amigos. O comunicado revela também, que 30 imóveis comerciais sofreram danos. Os prejuízos ainda não foram calculados.
Entre os locais atingidos estão o terminal rodoviário, uma beneficiadora de grãos que incluem feijão, soja e milho produzidos na região e uma empresa de confecção, além de um ginásio municipal poliesportivo que teve a estrutura metálica arrancada. Uma das vigas caiu e matou o adolescente Mateus Pereira.
No trecho da Rodovia SP 255, na ligação entre o município de Taquarituba e de Coronel Macedo, um ônibus da Viação Transfronteira, que fazia o transporte de um grupo de pessoas a caminho de um evento da terceira idade, tombou ao ser atingido pelas rajadas de vento, e causou a morte do motorista Jamil Francisco da Silva.
A prefeitura lançou SOS para receber doações na conta-corrente do Executivo Municipal : agência 2712-X, do Brasil do Brasil, conta 95000.
Segundo a metereologista Helena Turon Balbino,do 7º Distrito do Instituto Nacional de Metereologia (Inmet), o tornado foi provocado pelo encontro do ar quente e úmido vindo da Amazônia, com o ar polar seco vindo do Sul do continente. Fenômenos como esse, explicou ela, não são frequentes, mas já ocorreram no Vale do Paraíba e em outros pontos do estado.
“Nós tínhamos visto a formação de uma nuvem pelo radar do IPMet - Instituto de Pesquisas Metereológicas do campus de Bauru da Universidade Estadual Júlio de Mesquisa Filho (Unesp) , que indicava a possibilidade de tempestade, mas não imaginávamos a sua magnitude”,acentuou a metereologista.
Fonte: Agência Brasil
A prefeitura decretou estado de calamidade pública. Metade da cidade ficou sem luz e sem telefone. A comunicação e o fornecimento de energia já foram, parcialmente, restabelecidos. Com a força do vento estimada entre 150 e 200 quilômetros por hora, pelo menos 150 casas ficaram destelhadas. Segundo a prefeitura, muitos desses moradores são de poder aquisitivo elevado e não precisaram contar com abrigos municipais.
Por meio de nota, a Defesa Civil do estado informou que oito pessoas foram abrigadas no Ginásio de Esportes da Vila São Vicente e várias famílias procuraram se alojar em casas de parentes ou de amigos. O comunicado revela também, que 30 imóveis comerciais sofreram danos. Os prejuízos ainda não foram calculados.
Entre os locais atingidos estão o terminal rodoviário, uma beneficiadora de grãos que incluem feijão, soja e milho produzidos na região e uma empresa de confecção, além de um ginásio municipal poliesportivo que teve a estrutura metálica arrancada. Uma das vigas caiu e matou o adolescente Mateus Pereira.
No trecho da Rodovia SP 255, na ligação entre o município de Taquarituba e de Coronel Macedo, um ônibus da Viação Transfronteira, que fazia o transporte de um grupo de pessoas a caminho de um evento da terceira idade, tombou ao ser atingido pelas rajadas de vento, e causou a morte do motorista Jamil Francisco da Silva.
A prefeitura lançou SOS para receber doações na conta-corrente do Executivo Municipal : agência 2712-X, do Brasil do Brasil, conta 95000.
Segundo a metereologista Helena Turon Balbino,do 7º Distrito do Instituto Nacional de Metereologia (Inmet), o tornado foi provocado pelo encontro do ar quente e úmido vindo da Amazônia, com o ar polar seco vindo do Sul do continente. Fenômenos como esse, explicou ela, não são frequentes, mas já ocorreram no Vale do Paraíba e em outros pontos do estado.
“Nós tínhamos visto a formação de uma nuvem pelo radar do IPMet - Instituto de Pesquisas Metereológicas do campus de Bauru da Universidade Estadual Júlio de Mesquisa Filho (Unesp) , que indicava a possibilidade de tempestade, mas não imaginávamos a sua magnitude”,acentuou a metereologista.
Fonte: Agência Brasil
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Trânsito: 61% dos paulistanos estão dispostos a deixar carro em casa
O número de paulistanos dispostos a não usar o carro, caso haja uma boa alternativa de transporte público, aumentou de 44%, em 2012, para 61% este ano, de acordo com a sétima pesquisa sobre Mobilidade Urbana Rede Nossa São Paulo e Ibope divulgada hoje (16).
Segundo o levantamento, 27% dos entrevistados usam carro todos os dias (em 2012, eram 23%). Além disso, o paulistano gasta, em média, diariamente duas horas e quinze minutos no trânsito e 69% avaliam o trânsito da cidade ruim ou péssimo.
A pesquisa mostra ainda que o interesse pelas ciclofaixas de lazer diminuiu. Em 2012, 67% disseram que usariam as faixas exclusivas para bicicletas aos domingos e feriados. Este ano, o percentual caiu para 60%.
Já as recentes faixas exclusivas para ônibus foram aprovadas pelos entrevistados: 93% disseram ser a favor da medida. Aumentou também a aprovação dos paulistanos às medidas polêmicas para melhorar o trânsito na cidade, como pedágio urbano (de 17% em 2012 para 27% em 2013); rodízio de dois dias (de 37% em 2012 para 49% em 2013) e até multa para pedestres (de 34% em 2012 para 54% em 2013).
Sobre as recentes manifestações em todo o país, 58% disseram ser favoráveis, desde que não haja prejuízo ao trânsito e 34% são a favor mesmo que provoquem interrupções e congestionamentos na cidade.
Em relação ao custo do transporte público, 56% defenderam tarifa intermediária (meia tarifa paga pelo usuário e o restante, pelo governo), 34% são a favor da tarifa zero (totalmente custeada pelo governo) e 7% optaram pela tarifa cheia (totalmente paga pelo usuário). Sobre a tarifa zero, 46% disseram ser uma medida possível e viável para todos. Para 29%, o benefício deve valer somente para estudantes e desempregados e 21% acham a medida inviável.
Do total de entrevistados, 53% se manifestaram contra o aumento do preço da gasolina para subsidiar a redução da tarifa e 45% são a favor. Entre os que não usam carro, o resultado é o inverso: 53% a favor e 41% contra.
A pesquisa também apurou quais são as áreas mais problemáticas da cidade: Saúde mantém o primeiro lugar desde 2008, seguida de educação e segurança pública. Trânsito e transporte coletivo ficaram, respectivamente, em quarto e em quinto lugares.
Segundo o levantamento, 27% dos entrevistados usam carro todos os dias (em 2012, eram 23%). Além disso, o paulistano gasta, em média, diariamente duas horas e quinze minutos no trânsito e 69% avaliam o trânsito da cidade ruim ou péssimo.
A pesquisa mostra ainda que o interesse pelas ciclofaixas de lazer diminuiu. Em 2012, 67% disseram que usariam as faixas exclusivas para bicicletas aos domingos e feriados. Este ano, o percentual caiu para 60%.
Já as recentes faixas exclusivas para ônibus foram aprovadas pelos entrevistados: 93% disseram ser a favor da medida. Aumentou também a aprovação dos paulistanos às medidas polêmicas para melhorar o trânsito na cidade, como pedágio urbano (de 17% em 2012 para 27% em 2013); rodízio de dois dias (de 37% em 2012 para 49% em 2013) e até multa para pedestres (de 34% em 2012 para 54% em 2013).
Sobre as recentes manifestações em todo o país, 58% disseram ser favoráveis, desde que não haja prejuízo ao trânsito e 34% são a favor mesmo que provoquem interrupções e congestionamentos na cidade.
Em relação ao custo do transporte público, 56% defenderam tarifa intermediária (meia tarifa paga pelo usuário e o restante, pelo governo), 34% são a favor da tarifa zero (totalmente custeada pelo governo) e 7% optaram pela tarifa cheia (totalmente paga pelo usuário). Sobre a tarifa zero, 46% disseram ser uma medida possível e viável para todos. Para 29%, o benefício deve valer somente para estudantes e desempregados e 21% acham a medida inviável.
Do total de entrevistados, 53% se manifestaram contra o aumento do preço da gasolina para subsidiar a redução da tarifa e 45% são a favor. Entre os que não usam carro, o resultado é o inverso: 53% a favor e 41% contra.
A pesquisa também apurou quais são as áreas mais problemáticas da cidade: Saúde mantém o primeiro lugar desde 2008, seguida de educação e segurança pública. Trânsito e transporte coletivo ficaram, respectivamente, em quarto e em quinto lugares.
Fonte: Agência Brasil
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Estudo sugere que mamutes foram afetados por mudanças climáticas
Conclusão ocorreu após análise do genoma de subespécie de mamute.
Animal não conseguiu sobreviver a uma segunda alteração do clima global
Os mamutes-lanosos (Mammuthus primigenius) que desapareceram progressivamente da superfície da Terra há 10 mil anos, foram afetados pelas mudanças climáticas, é o que sugere uma análise genética realizada por cientistas do Museu Sueco de História Natural, que publicaram estudo nesta quarta-feira (11) na revista científica "Proceedings B da Royal Society".
Estes grandes herbívoros, perfeitamente adaptados ao frio e a uma paisagem árida, eram muito comuns na época do Pleistoceno superior (entre 116.000 e 12.000 anos atrás), espalhando-se por grande parte do Hemisfério Norte.
O período precedente de aquecimento, cerca 120 mil anos atrás, coincidiu com um declínio importante de sua população, segundo esta análise. Mas, os mamutes ficaram, então, confinados em pequenos bolsões de hábitat favorável.
Os cientistas querem saber agora como essa mudança de clima há 10 mil anos afetou a população desses animais..
Os cientistas mostraram que a Europa era povoada por um tipo geneticamente diferente de mamute, que foi substituído pelos mamutes da Sibéria, há 30.000 anos. Eles decodificaram o código genético de fósseis de mamute encontrados no norte da Eurásia e na América do Norte.
"Nós constatamos que o período quente de 120 mil anos atrás provocou um declínio e uma fragmentação das populações conforme o que nós pudemos prever nas espécies adaptadas ao frio, como os mamutes-lanosos", explicou Eleftheria Palkopoulou, um dos autores.
Papel importante na história
Segundo os cientistas, esta fragmentação levou ao desenvolvimento de um tipo diferente de mamute na Europa, que desapareceu na segunda metade do último período glacial. "Parece que as mudanças ambientais desempenharam um papel importante na história demográfica dos mamutes lanosos, períodos quentes limitando seu hábitat e períodos frios que levaram à expansão populacional", concluíram os cientistas.
Falta determinar porque os mamutes-lanosos conseguiram sobreviver em bolsões de território em períodos interglaciares precedentes, mas não no Holoceno, era que começou há 10.000 anos. Os cientistas relataram ter visto ali "a chave para compreender o mecanismo por trás de sua extinção final".
Fonte: G1
Os mamutes-lanosos (Mammuthus primigenius) que desapareceram progressivamente da superfície da Terra há 10 mil anos, foram afetados pelas mudanças climáticas, é o que sugere uma análise genética realizada por cientistas do Museu Sueco de História Natural, que publicaram estudo nesta quarta-feira (11) na revista científica "Proceedings B da Royal Society".
Estes grandes herbívoros, perfeitamente adaptados ao frio e a uma paisagem árida, eram muito comuns na época do Pleistoceno superior (entre 116.000 e 12.000 anos atrás), espalhando-se por grande parte do Hemisfério Norte.
O período precedente de aquecimento, cerca 120 mil anos atrás, coincidiu com um declínio importante de sua população, segundo esta análise. Mas, os mamutes ficaram, então, confinados em pequenos bolsões de hábitat favorável.
Os cientistas querem saber agora como essa mudança de clima há 10 mil anos afetou a população desses animais..
Os cientistas mostraram que a Europa era povoada por um tipo geneticamente diferente de mamute, que foi substituído pelos mamutes da Sibéria, há 30.000 anos. Eles decodificaram o código genético de fósseis de mamute encontrados no norte da Eurásia e na América do Norte.
"Nós constatamos que o período quente de 120 mil anos atrás provocou um declínio e uma fragmentação das populações conforme o que nós pudemos prever nas espécies adaptadas ao frio, como os mamutes-lanosos", explicou Eleftheria Palkopoulou, um dos autores.
Papel importante na história
Segundo os cientistas, esta fragmentação levou ao desenvolvimento de um tipo diferente de mamute na Europa, que desapareceu na segunda metade do último período glacial. "Parece que as mudanças ambientais desempenharam um papel importante na história demográfica dos mamutes lanosos, períodos quentes limitando seu hábitat e períodos frios que levaram à expansão populacional", concluíram os cientistas.
Segundo os cientistas, esta fragmentação levou ao desenvolvimento de um tipo diferente de mamute na Europa, que desapareceu na segunda metade do último período glacial. "Parece que as mudanças ambientais desempenharam um papel importante na história demográfica dos mamutes lanosos, períodos quentes limitando seu hábitat e períodos frios que levaram à expansão populacional", concluíram os cientistas.
Falta determinar porque os mamutes-lanosos conseguiram sobreviver em bolsões de território em períodos interglaciares precedentes, mas não no Holoceno, era que começou há 10.000 anos. Os cientistas relataram ter visto ali "a chave para compreender o mecanismo por trás de sua extinção final".
Fonte: G1
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Registro de queimadas é 49% menor do que em 2012
O registro de focos de incêndio no Brasil diminuiu 49% de janeiro até hoje (2), em comparação com o mesmo período do ano passado, quando houve 78.440 ocorrências. Pelas imagens captadas por satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), desde janeiro até esta segunda-feira, foram identificados 39.253 focos de queimadas no país.
Apesar da redução de 28% em relação ao ano passado, Mato Grosso é onde houve o maior número de queimadas, com 8.838 ocorrências em 2013. O Tocantins é o segundo mais afetado, com 4.834 focos de incêndio este ano, com decréscimo de 38% em relação a 2012. Maranhão registra 4.227 pontos de queimada, 73% a menos que no ano passado, com 15.687 ocorrências. Estado tradicionalmente crítico em relação a queimadas, o Pará teve 3.210 focos de queimada, uma diminuição de 61% em relação aos 8.393 casos do mesmo período do ano passado.
O coordenador do Monitoramento de Queimadas do Inpe, Alberto Setzer, explicou que, este ano, as condições climáticas estão menos propícias aos incêndios, diferentemente de 2012, que foi mais seco. “A redução de quase 50% dos focos detectados é muito significativa e isso é particularmente notado em estados onde tradicionalmente há muitas queimadas como Mato Grosso, Maranhão e Pará. Este ano, o clima está mais ameno, mais úmido. As chuvas foram mais intensas ou próximas da normalidade. A maior parte do Brasil Central ficou com a precipitação dentro da média histórica. Nos anos em que se tem uma estiagem muito prolongada, o uso e a propagação do fogo também aumentam, o que não é o caso este ano”, disse Setzer.
Para o pesquisador, as campanhas de conscientização contra o uso do fogo nas plantações e a fiscalização mais intensa pelos governos federal e estaduais ajudam a explicar a diminuição das queimadas. Ele alerta, contudo, que setembro costuma ser um mês bastante crítico, com tempo mais seco em algumas regiões. Entretanto, Setzer diz que este ano o país está sob influência do fenômeno La Niña, caracterizado pelo esfriamento das águas no Oceano Pacífico próximo à costa da América do Sul, o que deve trazer mais chuvas em setembro.
Os satélites do Inpe detectaram que em São Paulo, porém, houve crescimento de 19% no número de focos de incêndio este ano em relação a 2012, não somente pelo tempo mais seco como pelo aumento do uso do fogo nas áreas rurais para a colheita manual da cana-de-açúcar. O coordenador do Monitoramento de Queimadas do Inpe também destacou que estão ocorrendo focos criminosos de incêndio em unidades de conservação, como na Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará, no Parque Nacional do Araguaia, no Tocantins, e no Parque Nacional do Xingu, em Mato Grosso.
O pesquisador disse que os apagões são um aspecto negativo do uso do fogo em áreas rurais. “As queimadas acabam dando um curto-circuito nas linhas de transmissão. Na semana passada, foi o blecaute no Nordeste. Constatamos muitos focos ao longo daquelas linhas de transmissão. A segunda causa por trás das interrupções de energia elétrica decorre das queimadas. A primeira são os raios”, disse Setzer.
A interrupção no fornecimento de energia que atingiu o Nordeste na quarta-feira (28) foi provocada pelo desligamento automático de duas linhas de transmissão que interligam os sistemas Sudeste/Centro-Oeste ao Nordeste, localizadas entre as subestações Ribeiro Gonçalves e São João do Piauí, no interior do Piauí. No local, foram identificados focos de queimadas.
Apesar da redução de 28% em relação ao ano passado, Mato Grosso é onde houve o maior número de queimadas, com 8.838 ocorrências em 2013. O Tocantins é o segundo mais afetado, com 4.834 focos de incêndio este ano, com decréscimo de 38% em relação a 2012. Maranhão registra 4.227 pontos de queimada, 73% a menos que no ano passado, com 15.687 ocorrências. Estado tradicionalmente crítico em relação a queimadas, o Pará teve 3.210 focos de queimada, uma diminuição de 61% em relação aos 8.393 casos do mesmo período do ano passado.
O coordenador do Monitoramento de Queimadas do Inpe, Alberto Setzer, explicou que, este ano, as condições climáticas estão menos propícias aos incêndios, diferentemente de 2012, que foi mais seco. “A redução de quase 50% dos focos detectados é muito significativa e isso é particularmente notado em estados onde tradicionalmente há muitas queimadas como Mato Grosso, Maranhão e Pará. Este ano, o clima está mais ameno, mais úmido. As chuvas foram mais intensas ou próximas da normalidade. A maior parte do Brasil Central ficou com a precipitação dentro da média histórica. Nos anos em que se tem uma estiagem muito prolongada, o uso e a propagação do fogo também aumentam, o que não é o caso este ano”, disse Setzer.
Para o pesquisador, as campanhas de conscientização contra o uso do fogo nas plantações e a fiscalização mais intensa pelos governos federal e estaduais ajudam a explicar a diminuição das queimadas. Ele alerta, contudo, que setembro costuma ser um mês bastante crítico, com tempo mais seco em algumas regiões. Entretanto, Setzer diz que este ano o país está sob influência do fenômeno La Niña, caracterizado pelo esfriamento das águas no Oceano Pacífico próximo à costa da América do Sul, o que deve trazer mais chuvas em setembro.
Os satélites do Inpe detectaram que em São Paulo, porém, houve crescimento de 19% no número de focos de incêndio este ano em relação a 2012, não somente pelo tempo mais seco como pelo aumento do uso do fogo nas áreas rurais para a colheita manual da cana-de-açúcar. O coordenador do Monitoramento de Queimadas do Inpe também destacou que estão ocorrendo focos criminosos de incêndio em unidades de conservação, como na Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará, no Parque Nacional do Araguaia, no Tocantins, e no Parque Nacional do Xingu, em Mato Grosso.
O pesquisador disse que os apagões são um aspecto negativo do uso do fogo em áreas rurais. “As queimadas acabam dando um curto-circuito nas linhas de transmissão. Na semana passada, foi o blecaute no Nordeste. Constatamos muitos focos ao longo daquelas linhas de transmissão. A segunda causa por trás das interrupções de energia elétrica decorre das queimadas. A primeira são os raios”, disse Setzer.
A interrupção no fornecimento de energia que atingiu o Nordeste na quarta-feira (28) foi provocada pelo desligamento automático de duas linhas de transmissão que interligam os sistemas Sudeste/Centro-Oeste ao Nordeste, localizadas entre as subestações Ribeiro Gonçalves e São João do Piauí, no interior do Piauí. No local, foram identificados focos de queimadas.
Agência Brasil
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Chuva forte do RS segue para SP
A chuva que atingiu o Rio Grande do Sul no fim de semana, deixando mais de 1.500 desabrigados, deve chegar à capital paulista a partir desta segunda-feira à noite, o que deve melhorar a qualidade do ar.
Na semana passada, por causa das tardes quentes e ensolaradas, a umidade relativa do ar em São Paulo esteve baixa, inferior a 30%, o que exige cuidados por parte da população. Mas, na capital paulista, pior que a chuva deverá ser o frio hoje pela manhã. Os termômetros baixarão progressivamente até quarta-feira, quando a mínima deve bater os 10º C.
Segundo a Somar Meteorologia, a partir de quarta-feira, não deve chover mais na capital. As manhãs e noites continuarão frias até o fim de semana. As preocupações com as chuvas continuam, neste início de semana, no Sul do país.
De acordo com a Defesa Civil gaúcha, a previsão é que as precipitações pluviométricas persistam até quarta-feira. O nível dos rios continua subindo. A estimativa é que tenha chovido nesse fim de semana o equivalente à média histórica de todo o mês de agosto, de 100 milímetros. Até agora, não há registro de vítimas fatais em decorrência das precipitações. (das agências)
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Pepsi - Cola usando fetos abortados como adoçante
Pepsi - Cola usando fetos abortados como adoçante
Pois é gente descobri que isso era verdade, ou melhor não!
Prestem atenção nesta frase que eu acabei de escrever;
"A Pepsi cola está usando células de fetos abortados como adoçante".
Essa frase foi proferida pelo Sr. Olavo de Carvalho, um Astrólogo que ficou famoso depois que decidiu dar uma de Filósofo!
A frase a cima foi exatamente a frase que ele disse.
Claro que a nossa reação a ouvir está frase foi chorar de rir!
Saiu no Washigton Times que no dia 30 de Abril de 2012 havia acabado o boicote contra a Pepsi a cerca do mesmo.
Quer dizer que a frase acima do Sr. Olavo está certa, veremos.
1º Afrase usada de " Fetos abortados usados como adoçantes", o que você entende nisso?
R: Que os fetos eram abortados, provavelmente em uma produção em série. E que o amontoado de células que sobrava era pingado no refrigerante!
E este composto todo adoçava, mais ou menos como fazemos com o cafezinho hoje em dia. Nem preciso dizer que isso é uma bobeira!
Explicasse 1º o que é uma cultura de células, que é a unidade básica de todos os seres vivos.
A grande maioria de habitantes da Terra possui apenas uma célula e alguns indivíduos como nó humanos possuem várias células.
Uma Cultura de células, é um conjunto de células que é mantido vivo em um Laboratório.
Essas células se multiplicam por mecanismo Simples de Mitose. Como fariam se estivessem em um organismo vivo, mas elas não morrem por causa das condições e alimentação laboratorial.
As primeiras Culturas de células foram feitas com materiais, não humanos. Ratos provavelmente.
A mais antiga Cultura de Célula Humana é chamada de Células Hela ( Henrieta Lacks ).
Uma mulher que morreu de câncer Cervical!
Oito meses antes dela morrer um Cientista coletou as Células.
Foram coletadas por George Otto!Que desenvolveu uma forma de alimentar essas Células In Vitro. Que logo começaram a se desenvolver e multiplicar!
Hoje as Células Hela são como Imortais, pois a tantas Culturas que não se pode mais Extinguir a mesma!
É preciso pontuar que o individuo Henrieta Lacks morreu em 1951. Que nem eram Células dela e sim de um Câncer.
Acultura de Célula que criou tal polemica da Pepsi é chamada de "Hek 293", a sigla é Human Embriologic Kiney. Seja, rim humana embriológico, 293 a numeração da Cultura...
Essas Células foram extraídas do rim de um feto abortado na Holanda no inicio da década de 70.
Esse feto foi abortado legalmente.
Começando a corrigir a frase do Sr. Olavo:
"A Pepsi Cola está usando células de fetos abortados como adoçante".
1º O tempo no substantivo está errado! Se a frase estiver certa, se diz "O feto abortado"
2º É uma Cultura de Células, não as Células do individuo!
Essas Células se tornaram bem bizarras poi desenvolveram características Neuronais! Bom, uma Célula de Rim. Não devem ter características de Neurônios!
Essas células possuíam características que poderiam ser sensibilizados com sabor! Com produtos quimicos que geram sabores em produtos.
A empresa que gerou essa polêmica toda chama (Senomyx).
Afunção da empresa é gerar produtos para sabores de uso industrial.
A polemica começou, por que a Pepsi assinou um contrato com a Senomyx. A Pepsi e mais um montão de empresas que trabalham com alimentos.
Ou seja, a Cultura de Células é usado no refrigerante? Não!
A frase na verdade é:
A Pepsi (Senomyx) está usando Cultura de Células de fetos abortados para desenvolver adoçante!
O pepino foi que um instituição chamada ( Children of God for Life ) " Crianças de Deus para vida", começou um boicote contra todas as empresas que usavam a Hek 293.
Ou seja todo mundo que tinha acordo com a Senomyx!
O boicote acabou no final de Abril de 2012, por que a Pepsi fez um pronunciamento.
Dizendo que não usa os produtos que usa como substrato produtos derivados da Hek293.
E ai se corrige o último ponto da frase do Sr. Olavo.
A Pepsi ( Senomyx ) não está Cultura de Células de fetos abortados para desenvolver adoçante.
Ou seja toda frase do Sr. Olavo está errada!
Pura ignorância!
Pois é gente descobri que isso era verdade, ou melhor não!
Prestem atenção nesta frase que eu acabei de escrever;
"A Pepsi cola está usando células de fetos abortados como adoçante".
Essa frase foi proferida pelo Sr. Olavo de Carvalho, um Astrólogo que ficou famoso depois que decidiu dar uma de Filósofo!
A frase a cima foi exatamente a frase que ele disse.
Claro que a nossa reação a ouvir está frase foi chorar de rir!
Saiu no Washigton Times que no dia 30 de Abril de 2012 havia acabado o boicote contra a Pepsi a cerca do mesmo.
Quer dizer que a frase acima do Sr. Olavo está certa, veremos.
1º Afrase usada de " Fetos abortados usados como adoçantes", o que você entende nisso?
R: Que os fetos eram abortados, provavelmente em uma produção em série. E que o amontoado de células que sobrava era pingado no refrigerante!
E este composto todo adoçava, mais ou menos como fazemos com o cafezinho hoje em dia. Nem preciso dizer que isso é uma bobeira!
Explicasse 1º o que é uma cultura de células, que é a unidade básica de todos os seres vivos.
A grande maioria de habitantes da Terra possui apenas uma célula e alguns indivíduos como nó humanos possuem várias células.
Uma Cultura de células, é um conjunto de células que é mantido vivo em um Laboratório.
Essas células se multiplicam por mecanismo Simples de Mitose. Como fariam se estivessem em um organismo vivo, mas elas não morrem por causa das condições e alimentação laboratorial.
As primeiras Culturas de células foram feitas com materiais, não humanos. Ratos provavelmente.
A mais antiga Cultura de Célula Humana é chamada de Células Hela ( Henrieta Lacks ).
Uma mulher que morreu de câncer Cervical!
Oito meses antes dela morrer um Cientista coletou as Células.
Foram coletadas por George Otto!Que desenvolveu uma forma de alimentar essas Células In Vitro. Que logo começaram a se desenvolver e multiplicar!
Hoje as Células Hela são como Imortais, pois a tantas Culturas que não se pode mais Extinguir a mesma!
É preciso pontuar que o individuo Henrieta Lacks morreu em 1951. Que nem eram Células dela e sim de um Câncer.
Acultura de Célula que criou tal polemica da Pepsi é chamada de "Hek 293", a sigla é Human Embriologic Kiney. Seja, rim humana embriológico, 293 a numeração da Cultura...
Essas Células foram extraídas do rim de um feto abortado na Holanda no inicio da década de 70.
Esse feto foi abortado legalmente.
Começando a corrigir a frase do Sr. Olavo:
"A Pepsi Cola está usando células de fetos abortados como adoçante".
1º O tempo no substantivo está errado! Se a frase estiver certa, se diz "O feto abortado"
2º É uma Cultura de Células, não as Células do individuo!
Essas Células se tornaram bem bizarras poi desenvolveram características Neuronais! Bom, uma Célula de Rim. Não devem ter características de Neurônios!
Essas células possuíam características que poderiam ser sensibilizados com sabor! Com produtos quimicos que geram sabores em produtos.
A empresa que gerou essa polêmica toda chama (Senomyx).
Afunção da empresa é gerar produtos para sabores de uso industrial.
A polemica começou, por que a Pepsi assinou um contrato com a Senomyx. A Pepsi e mais um montão de empresas que trabalham com alimentos.
Ou seja, a Cultura de Células é usado no refrigerante? Não!
A frase na verdade é:
A Pepsi (Senomyx) está usando Cultura de Células de fetos abortados para desenvolver adoçante!
O pepino foi que um instituição chamada ( Children of God for Life ) " Crianças de Deus para vida", começou um boicote contra todas as empresas que usavam a Hek 293.
Ou seja todo mundo que tinha acordo com a Senomyx!
O boicote acabou no final de Abril de 2012, por que a Pepsi fez um pronunciamento.
Dizendo que não usa os produtos que usa como substrato produtos derivados da Hek293.
E ai se corrige o último ponto da frase do Sr. Olavo.
A Pepsi ( Senomyx ) não está Cultura de Células de fetos abortados para desenvolver adoçante.
Ou seja toda frase do Sr. Olavo está errada!
Pura ignorância!
Espécie desconhecida de carnívoro é encontrada na América do Sul
Foi publicada nesta quinta-feira, 15, na revista “ZooKeys”, uma nova espécie que passou despercebida por mais de cem anos nos zoológicos e museus da América do Sul. É o olinguito, um animal carnívoro de apenas dois quilos, com olhos grandes e pelo marrom alaranjado. Vive em florestas úmidas da Colômbia e do Equador. É o mais novo carnívoro registrado do século 21.
Kristofer Helgen, reponsável pela equipe que descobriu a nova espécie, afirmou que "o mundo ainda não está completamente explorado". Olinguito, porém, não era objetivo de descoberta. A equipe de Helgen queria analisar a quantidade de espécies olingo que eram conhecidas e como elas estavam distribuídas.
Traços do Olinguito foram encontrados nos Andes e sua existência confirmada por vídeo gravado por um zoólogo equatoriano.
Kristofer Helgen, reponsável pela equipe que descobriu a nova espécie, afirmou que "o mundo ainda não está completamente explorado". Olinguito, porém, não era objetivo de descoberta. A equipe de Helgen queria analisar a quantidade de espécies olingo que eram conhecidas e como elas estavam distribuídas.
Traços do Olinguito foram encontrados nos Andes e sua existência confirmada por vídeo gravado por um zoólogo equatoriano.
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