O relatório final da morte de Ariel Castro, homem que manteve três jovens em cárcere privado por uma década, revelou que este foi levado a óbito porautoasfixiamento erótico.
O sequestrador teria atingido a satisfação sexual ao se sufocar até a inconsciência. No documento, também teria sido revelado que o americano foi encontrado com a calça e a cueca baixadas até os tornozelos.
Segundo o Departamento de Correção e Reabilitação de Ohio, dois carcereiros falsificaram os papéis que contavam as atividades do condenado horas antes da morte. Vários exames não haviam detectado tendências suicidas.
Esse não é o primeiro caso público de autoasfixiamento erótico. David Carradine, ator, foi encontrado morto em Bangcoc, em junho de 2009, com os mesmos "sintomas" de Ariel. Inicialmente, cogitou-se suicidio. Após exames, foi detectada a morte acidental, provavelmente pela mesma causa do detento.
O Caso
Ariel Castro tinha 53 anos e era um ex-motorista de ônibus escolar. Estava condenado a prisão perpétua desde o dia 1º de agosto por torturar, estuprar e manter em cárcere privado três mulheres por 10 anos. No dia 4 de setembro foi encontrado morto em sua cela, com indícios de enforcamento. Cogitou-se suicidio.
Ariel Castro tinha 53 anos e era um ex-motorista de ônibus escolar. Estava condenado a prisão perpétua desde o dia 1º de agosto por torturar, estuprar e manter em cárcere privado três mulheres por 10 anos. No dia 4 de setembro foi encontrado morto em sua cela, com indícios de enforcamento. Cogitou-se suicidio.

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